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LÍNGUA E LITERATURA » COLEÇÃO CLÁSSICOS COMENTADOS


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Palmeirim de Inglaterra
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Palmeirim de Inglaterra

Autor: Francisco de Moraes

ISBN: 978-85-268-1335-9

Coedição: Ateliê Editorial

Edição:

Ano: 2016

Páginas: 744

Dimensões: 18x27

De: R$ 182,00
Por: R$ 91,00









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Descrição

Palmeirim de Inglaterra é uma mostra do estilo elevado de Francisco de Moraes e da segurança com que o autor domina ingredientes novelescos explorados à exaustão pelo gênero: a excelência física e moral do protagonista; sua deambulação ao acaso; o encontro com algum oponente, quase sempre com identidade oculta sob epíteto; a descrição subjetiva da paisagem, espécie de projeção do estado de espírito do cavaleiro; a imponência e a inacessibilidade do castelo “guerreiro”, promessa de grandes cousas a desafiar o combatente; a rivalidade implícita entre duas extraordinárias senhoras, Polinarda e Miraguarda, por quem quaisquer obstáculos, reais ou maravilhosos, parecem pequenos. E se ao leitor desavisado esse tipo de enredo soar a pura fantasia, vale lembrar que ele está solidamente plantado no rico imaginário do Portugal Quinhentista, como uma faceta importante do período das Navegações e dos Descobrimentos.


Sobre o Autor
Francisco de Moraes (c. 1500 – c. 1572) passou a maior parte de sua vida no meio cortesão: foi criado na casa de D. António de Noronha, primeiro conde de Linhares, a cuja família esteve sempre ligado, principalmente ao filho do conde, D. Francisco de Noronha. Depois, já a serviço do rei, ocupou funções de “moço de câmara” de D. Duarte, um dos filhos de D. Manuel, e de seu irmão, D. Afonso. Sua ascensão social foi gradativa: de “escudeiro-fidalgo” a “cavaleiro fidalgo” (1564), em casa do cardeal Infante D. Henrique. Fez duas viagens à França: a primeira, de 1540 a 1544; a segunda, de 1547 a 1548. Há quem sustente que talvez uma parte de Palmeirim de Inglaterra tenha sido escrita em terras francesas. No princípio da década de 1550, esteve em Ceuta, como de costume, acompanhando D. Francisco de Noronha. Das várias obras de Francisco de Moraes de que se tem notícia, apenas um pequeno número chegou aos dias de hoje e nem sempre em bom estado de conservação. Cartas, relações informativas, diálogos, a Desculpa de uns amores, alguma poesia e uma densa narrativa cavaleiresca de entroncamento cíclico, o Palmeirim de Inglaterra – eis sua produção conhecida até o momento.


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