LIVROS DIGITAIS

 

A Editora da Unicamp publica também livros no formato digital. Os títulos disponíveis em PDF podem ser comprados na Macaw Press e os e-pubs na Scielo Books ou nos parceiros distribuidores listados abaixo.

 

 

HISTÓRI@ ILLUSTRADA

A coleção Históri@Illustrada publica livros digitais com resultados de pesquisas situadas nas áreas da História Social e da Cultura que utilizam documentos textuais, iconográficos e sonoros. Ao unir texto, imagem e som na análise historiográfica, ela permite aos leitores um acesso direto, livre de mediações ou interferências, a fontes não textuais (como as músicas, as artes plásticas, a fotografia etc.), que constituem elementos essenciais para esta área de estudos – tarefa difícil de realizar em livros impressos. Além disso, enriquece a leitura com ilustrações capazes de dialogar com a narrativa, aumentando o envolvimento do leitor e tornando-a mais acessível para o público não especializado. A coleção ainda abre espaço para a difusão de recursos paradidáticos, ao oferecer, a cada volume, um pequeno audiovisual gratuito que condensa aspecto importante do tema abordado.


 

"NÃO TÁ SOPA": SAMBAS E SAMBISTAS NO RIO DE JANEIRO, DE 1890 A 1930

No início do século XX, os chamados sambistas tinham de dividir seu tempo entre a música e o batente. Eram basicamente trabalhadores dotados de bom ouvido musical, habilidade rítmica 

ou facilidade com as rimas. Experimentando as mesmas dificuldades na cidade que mudava rapidamente, esses indivíduos não reagiam da mesma forma: suas opções estão inscritas nas trajetórias pessoais, nos sambas que assinaram e nas atitudes assumidas nas situações de conflito em que foram dar com os costados na polícia. Por isso, este livro não está centrado no gênero musical, mas na vida cotidiana dos participantes e frequentadores das rodas de samba. E, naturalmente, nas escolhas, disputas e diferenças, nos valores compartilhados entre os vários grupos, nas relações entre esses indivíduos especiais e a multidão de anônimos com que conviveram nos bares e cafés, cortiços, terreiros ou, eventualmente, nas cadeias em que sambistas e trabalhadores confundiam seus destinos.

Editada no formato digital, a obra disponibiliza mais de 180 imagens e cerca de 40 fonogramas, permitindo que o leitor possa ver e escutar ao mesmo tempo em que lê a narrativa leve e bem-humorada da autora.

A obra é o volume inaugural da coleção Históri@ Illustrada, que publica livros digitais na área da História Social e da Cultura. Como todos os volumes da coleção, o livro é acompanhado por um vídeo que pode ser visto (ou baixado) gratuitamente.

Para ver o vídeo Sambas e Sambistas, Clique aqui

Maria Clementina Pereira Cunha é professora aposentada do Departamento de História e pesquisadora do Cecult – Centro de Pesquisas em História Social da Cultura, ambos do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. É autora de O espelho do mundo – Juquery, a história de um asilo (Paz e Terra, 1986) e Ecos da folia. Uma história social do carnaval carioca entre 1880 e 1920 (Companhia das Letras, 2001), entre outros livros e artigos. Pela Editora da Unicamp, publicou em 2002 a coletânea Carnavais e outras f(r)estas. Ensaios de história social da cultura

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CLICHÊS BARATOS - SEXO E HUMOR NA IMPRENSA ILUSTRADA CARIOCA DO INÍCIO DO SÉCULO XX

O livro focaliza as revistas O Rio Nu (1898-1916) e Sans Dessous (1909-1910), publicadas no Rio de Janeiro, para traçar um panorama da imprensa humorística no início do século XX e analisar os significados dos periódicos ditos de “gênero alegre”. Em busca da dimensão social das fantasias sexuais e do humor crítico que veiculavam, o livro descreve a organização material e 

empresarial dessas publicações, inserindo-as no mercado em expansão da imprensa humorística e obscena, das diversões noturnas e do consumo sexual no Rio de Janeiro da virada do século XIX para o XX. As narrativas ficcionais e não ficcionais que apresentam são analisadas como comentários sociais, enfatizando-se as articulações estabelecidas entre as hierarquias raciais, sociais e de gênero. Por meio do contraste do texto com as ilustrações e das tensões entre ambos, a análise focaliza ainda a experiência das mulheres que tinham suas imagens publicadas nessas revistas. Conta com 237 imagens, um vídeo e oito fonogramas.

Para conhecer mais sobre a obra click no link: Youtube

Cristiana Schettini é professora do Instituto de Altos Estudios Sociales da Universidad Nacional de General San Martín (Unsam) e pesquisadora do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (Conicet), na Argentina. É doutora em História Social pela Unicamp (2002). Autora de Que tenhas teu corpo: Uma história social da prostituição no Rio de Janeiro das primeiras décadas republicanas (Arquivo Nacional, 2006), tem publicado diversos artigos sobre história social da prostituição e da imigração na América do Sul em perspectiva de gênero. Com Juan Suriano, organizou a coletânea Historias cruzadas: Diálogos historiográficos sobre el mundo del trabajo en Argentina y Brasil (Ed. Teseo, 2019)

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ESTILO MODERNO - HUMOR, LITERATURA E PUBLICIDADE EM BASTOS TIGRE

Hoje esquecido pelo público e pela crítica literária, Manuel Bastos Tigre foi um dos grandes personagens do agitado início do século XX. Ele se esforçava para se"moderno", buscando novas linguagens para se comunicar com o público que o aplaudia e se divertia com seus textos. Como profissional das letras, produziu poemas humorísticos, peças do teatro ligeiro e foi um pioneiro da publicidade no Brasil, compondo jingles e anúncios que circulavam pela imprensa, em cartazes de rua e até bondes elétricos da capital federal. Foi também, ao lado de músicos e literatos do período, um militante da causa dos direitos autorais. A obra, que disponibiliza 182 imagens e 7 fonogramas, desvenda os significados da produção literária e das escolhas profissionais desse autor, relacionando-as ao tempo em que ele viveu e atuou, atravessado por dilemas políticos, sociais e raciais. As polêmicas que provocou e o legado de sua trajetória profissional permitem refletir sobre a natureza e as fronteiras da literatura e sua relação com a história.

Como todos os volumes da coleção Históri@ Illustrada, o livro é acompanhado por um vídeo que pode ser visto (ou baixado) gratuitamente.

Para ver o vídeo Humor, Literatura e Publicidade, clique aqui

Marcelo Balaban é professor do Departamento de História da Universidade de Brasília desde 2009. Graduado em Letras pela Unicamp, tornou-se mestre em História Social pela PUC-Rio e doutor em História Social pela Unicamp. Além de artigos e capítulos em coletâneas, organizou a edição crítica de Instantâneos do Rio Antigo (Mercado de Letras, 2003) e publicou em 2009, pela Editora da Unicamp, Poeta do Lápis: Sátira e política na trajetória de Angelo Agostini no Brasil imperial (1864-1888).

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DA SENZALA AO PALCO: CANÇÕES ESCRAVAS E RACISMO NAS AMÉRICAS, 1870-1930

Este livro analisa o sucesso – nos teatros, nas partituras e na indústria fonográfica – das criações musicais de descendentes de africanos escravizados no Brasil e nos Estados Unidos, entre o final do século XIX e o início do XX. O diálogo entre essas produções revela a densidade dos trânsitos culturais no mundo atlântico e o protagonismo de músicos negros, como Eduardo das Neves e Bert Williams. Sua entrada nos circuitos musicais e artísticos, em meio à construção de estereótipos racistas, constitui exemplo do modo como esses artistas, com talento, ironia e humor, desafiaram e subverteram a inferiorização que lhes era imposta, tornando-se famosos no mercado musical do período. A obra disponibiliza 201 imagens, 47 fonogramas e 5 vídeos, permitindo ver e escutar ao mesmo tempo em que se realiza a leitura do texto. Como todos os volumes da coleção Históri@ Illustrada, o livro é acompanhado por um vídeo que pode ser visto (ou baixado) gratuitamente.

Acesse o vídeo Canções escravas e racismo nas Américas em: Youtube

Canções escravas, Racismo, Escravidão, Pós-abolição, Atlântico negro, Brasil, Estados 

Unidos, Batuque, Lundu, Cakewalk, Ragtime, Samba, Jazz, Música negra, Danças negras, Blackface, Indústria fonográfica, Partituras, Espetáculos, Pai João, Bert Williams, Eduardo das Neves, Históri@ Illustrada, Cecult, Da senzala ao palco. – clique aqui para comprar a versão digital

MARTHA ABREU é professora titular do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, doutora pela Unicamp (1996), pesquisadora do CNPq e da Faperj. É autora dos livros O Império do Divino, festas religiosas e cultura popular no Rio de Janeiro, 1830-1900 (Nova Fronteira, 1999) e Meninas perdidas, os populares e o cotidiano do amor no Rio de Janeiro da Belle Époque (Paz e Terra, 1989). Organizou coletâneas e publicou artigos sobre cultura popular, música negra, patrimônio cultural, pós-abolição, história pública da escravidão e ensino de história. Dirigiu três filmes de pesquisa, ao lado de Hebe Mattos, entre 2005 e 2011: Memórias do cativeiro; Jongos, calangos e folias; Passados presentes. É consultora do Pontão de Cultura do Jongo/Caxambu e do Museu Casa do Pontal (Arte Popular do Brasil).

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